Love me now, or let me go...

Natalia, 20, Brasil.

Pequena, tímida, potterhead, ex-intercambista, canadense de coração, estudante de Psicologia, futura escritora.

pessoas sem para sempre

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THEME POR encantei-me | DON'T COPY + +

— Estou assustada por Bárbara, Ariadne e Piers — disse ela.— Vocês não estão preocupados? Bárbara é nossa família, e Ariadne é uma das pessoas mais gentis que conheço.

— Não há proteção especial neste mundo para pessoas gentis.

— Corrente de Ouro, Cassandra Clare.


myravenousmindandme:

I Had a Flashback of Something that Never Existed  from “Ode à l'oubli” 2002

Louise Bourgeois


iskwekan:

iskwekan:

the fact that you can press b to cancel a pokemons evolution is so funny to me. like imagine a butterfly about to emerge from a chrysalis and you just put your hand on it like ‘shhh. buddy. not yet’ and its like ‘aww ok’ n climbs back in and zips itself up like a sleeping bag 

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elijah if you keep outfunnying me on my own posts like this im gonna be out of a job soon


perks-of-being-chinese:

if you’re working from home and have a pet, they’re your co-workers now



4 years ago · 264,233 notes · reblog
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“Quem foge, sobrevive para lutar outro dia.”
— Princesa de Papel, Erin Watt.

“E ai eu tenho uma aluninha, e ela teve ter uns 6 anos, e eu cheguei nela e falei que as crianças de hoje em dia não sabiam ser crianças, aquele papo, né? Ela me olhou brava assim, e falou “é vocês sabem ser adultos?” Achei profundo e falei “cara, realmente! A gente sabe ser adulto?” Não sei. Da mesma forma como a gente critica eles que eles não sabem ser criança, a gente não sabe ser adulto e talvez o velho não saiba ser velho, a diferença é que a criança aprende com o próprio erro, tá ligado? Um dia eu tava fazendo uma… A mesma aluna, tava fazendo uma aula sobre gênero, a ente tava falando sobre coisas que a sociedade diz que é pra homem fazer ou pra mulher fazer, mas que na verdade qualquer um pode fazer, tipo: cuidar da casa, cuidar do filho, arrumar um emprego, trabalhar fora, e tal. E a gente tava conversando sobre isso e eu perguntei para mesma aluna, eu falei “cara, tem alguma coisa que você faz que as outras pessoas falam que é ‘de homem fazer’ que você faz?” e ela disse “Tem”, eu falei “o quê?” pensando que ela ia falar alguma coisa normal, tá ligado? Ela falou “eu dirijo trator”, eu falei “mano, como assim cê dirige trator?”“é, eu dirijo trator com o meu vô”, e aí, tipo assim, ela é uma desconstrução humana, porque ela é toda fofa, tipo cor-de-rosa, com umas xuquinhas no cabelo, cheia de pulseira e aí ela falou que ela dirige trator e depois ela veio seria perguntar pra mim, ela veio tipo fazer um questionamento, “professor, é verdade que as mulheres choram água de côco?” Eu falei, cara, essa criança ela respira poesia sem fazer força; porque enquanto a gente que é adulto quer fazer arte, ou quer escrever poesia, ou quer ter uma grande ideia a gente tem que filosofar e questionar, pegar um caderno e fazer… Pra ter essa ideia e ela simplesmente… Pensou isso. Se um artista escrevesse que ‘as mulheres choram água de côco’, esse cara ia ser aclamado, ia ser tipo… Oh! Um poeta, um artista. Pra ela não, foi tipo um devaneio que ela teve tá ligado? Não sei se no fundo ela realmente acreditava que as mulheres choram água de côco ou se foi só… Uma arte, que veio no coração dela e ela me questionou isso, e eu falei “Não sei. Provavelmente sim.””
— As Mulheres Choram Água de Côco?, Pedro Salomão.


“Um casal desembarcando do lado anatoliano de Istambul destacou-se de imediato: uma dama alta e loira, vestindo um casaco de zibelina que chegava até o tornozelo e um chapéu combinando; e seu acompanhante de terno europeu é um chapéu típico da região de Astracã. Os estrangeiros estavam de mãos dadas, em uma exibição de intimidade inimaginável para o lugar e para a época.
Cada um deles carregava uma mala, e eram seguidos por um carregador que levava mais duas. O pouco que possuíam era capaz de decepcionar os invejosos, pois estavam muito longe do que seus trajes e comportamento exigiam. Toda a sua riqueza consistia nas condecorações de Seyit, no relógio e no anel presenteados pelo falecido czar é um saco cheio de rublos. Mas os que nascem na riqueza ou na aristocracia jamais perdem o porte, independentemente dos caprichos do destino.”
— Kurt Seyit ve Shura, Nermin Bezmen.

“Ela não podia mais esperar, queria entregar-se e unir seus corpos imediatamente. Estavam prontos. Aquela união oferecia uma fuga para seus pensamentos. Com as respirações em uníssono e corpos movendo-se ritmicamente, reviveram tempos felizes. O amor era a única cura para a saudade que sentiam de casa, o amor expressado através de seus corpos. Corpos perfeitamente sintonizados um com o outro; quando assumiam o controle, nada mais importava além do auge de prazer, o contato de pele com pele. Com a respiração misturada, com lábios e braços e pernas e almas selados, eles saborearam a mais gloriosa expressão do amor, é tudo o que estava antes longe ficou perto o suficiente para ser tocado. Todo o seu anseio chegou ao fim, ainda que por pouco tempo. Deliciando-se com o perfume e com o calor um do outro, eles tornaram-se um só ser.”
— Kurt Seyit ve Shura, Nermin Bezmen.


“—Então quem tem razão: nós ou os japoneses? —Perguntou Seyit.
—Filho, a guerra significa que, não importa qual a sua causa, os dois lados acreditam que estão certos. Somente a história mostrará quem tem razão.”
— Seyit ve Shura, Nermin Bezmen.

“Acho que posso dizer que desabrochei tarde, mas isso implica que todos temos uma agenda predeterminada, que há um jeito certo ou errado de ser ter dezesseis anos e estar apaixonada por alguém.”
— PS.:Ainda Amo Você, Jenny Han.

esqueciam:

Sou jovem, mas às vezes parece que tudo já é tarde demais para mim.